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terça-feira, 5 de junho de 2012

iPhone 4S ou Samsung Galaxy S3: quem ganha no desafio de quedas?


Agora você descobre qual celular resiste mais a acidentes.

Antigamente, víamos telefones celulares caírem de alturas impressionantes e, mesmo assim, os aparelhos saíam ilesos. Alguns modelos, como exemplares antigos da Nokia, acabaram virando memes da internet por causa da sua durabilidade.
Infelizmente, isso não se aplica a todos os celulares feitos hoje em dia. Em muitos casos, uma simples queda faz com que o smartphone seja inutilizado.
O site Android Authority resolveu testar o grande novo modelo da Samsung, o Galaxy S3, e como ele reage a quedas quando comparado com o seu concorrente direto, o iPhone 4S. Você é muito cuidadoso com seu celular e teme qualquer esbarrão? Então, provavelmente, você sofrerá com o vídeo do teste.
O iPhone 4S foi o que mais causou “dor” ao aparecer naquele estado lastimável, mas pelo menos continuou funcionando. Enquanto isso, o S3 ficou “inteiro”, mas se tornou um peso de papel. Nessa batalha, Apple 1 x 0 Samsung.

Windows 7 vai ultrapassar o XP em número de usuários


Sétima versão do software da Microsoft apresenta crescimento espantoso nos últimos 12 meses.

(Fonte da imagem: Reprodução/Microsoft)
Segundo o site NetMarketShare o Windows 7 está prestes a ultrapassar a versão XP. Com isso, o Windows 7 vai se tornar o sistema operacional com o maior número de usuários no mundo. Isso é um grande feito, principalmente pelo fato de que o XP está no topo há mais de 10 anos.
Atualmente, a diferença entre os dois sistemas é de, mais ou menos, 4%. Mas ela já foi muito maior, já que o crescimento do atual vice-líder começou somente nos últimos 12 meses. Se a média de crescimento continuar a mesma, a inversão de posições acontecerá dentro de pouco tempo.
Contudo, o Windows 7 já tem um sucessor, o Windows 8 — que já é alvo de muitas críticas. O XP ficará no mercado somente até 2014, quando a Microsoft vai acabar com o suporte a esse sistema operacional.
Você pode conferir a pesquisa completa aqui.

Corsair revela a mais avançada fonte para PC


AX1200i Digital ATX Power Supply foi apresentada durante a Computex 2012.

(Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)
A Corsair anunciou nesta terça-feira durante a Computex 2012 o lançamento da fonte de energia AX200i Digital ATX Power Supply, considerada a fonte modular mais avançada do mundo para PCs.
Com controle digital, a fonte promete voltagens estáveis com muito pouco barulho. Essas funcionalidades permitiram à empresa reduzir o número de componentes e, com isso, aumentar a eficiência no uso da energia em até 92%. A fonte opera de maneira silenciosa até que o PSU alcance 40%. 
"A Corsair não conseguiu a reputação de melhor fonte de energia do mercado por acaso e, com este lançamento, nós alcançamos uma tecnologia e uma performance acima do que o mercado conhece", explica Ruben Mookerjee, gerente geral da unidade de negócios com componentes da Corsair.
A empresa informou que a sua mais nova fonte estará disponível no mercado já no mês de agosto. O preço será anunciado somente na semana de lançamento e o comprador ainda deve receber uma garantia de sete anos do produto.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Como aumentar a velocidade da internet


Saiba o que fazer para turbinar sua conexão, navegar por qualquer página rapidamente e baixar arquivos em muito menos tempo.

Quando o assunto é internet, um fato é certo: todo mundo quer sempre o máximo de velocidade. Porém, por mais que as operadoras disponibilizem conexões cada vez mais rápidas, nem sempre o usuário consegue acompanhar essa evolução, seja por questões técnicas ou financeiras.
Contudo, existem vários modos de extrair o máximo de sua conexão, independente de ela ser lenta ou não. Por conta disso, o Tecmundo preparou um pequeno guia com informações úteis para você navegar e fazer downloads com mais velocidade. Diga adeus às dores de cabeça e saiba como aproveitar toda a largura da sua banda.

Bits ou bytes: a eterna dúvida

Os anúncios de provedores de internet sempre prometem vários “megas” para a sua internet, mas é importante esclarecer um fato. A velocidade é oferecida em megabits (Mb), e não em megabytes (MB).
Essa pequena confusão faz bastante diferença na prática: 1 byte equivale a 8 bits, ou seja, se você contrata uma internet de 10 “megas”, vai fazer transferências a uma velocidade aproximada de um oitavo desse valor, ou seja, cerca de 1250 kBps (kilobytes por segundo). Dessa forma, é possível ter uma ideia da velocidade máxima com que transferências serão feitas entre a web e o seu computador.
Saiba mais em:
(Fonte da imagem: iStock)

Navegador: quanto mais limpo, melhor

Apesar de não influenciar diretamente na velocidade de download de seus arquivos, manter o navegador limpo vai ajudar você a acessar páginas da internet em menos tempo. Além de agilizar o funcionamento do browser em si, isso ajuda que arquivos temporários não causem interferência negativa na navegação.
Sempre que você acessa um site, o programa guarda no computador algumas informações e arquivos presentes nas páginas, de modo a facilitar acessos futuros. Entretanto, quando há um grande acúmulo desses arquivos, o navegador pode ficar sobrecarregado.
Quando uma página que você acessa sempre é alterada, é possível que haja conflito entre os arquivos atuais e aqueles presentes no cache do seu navegador. Por tudo isso, é fundamental limpar o browser com frequência.

Acelerando a navegação

A utilização de aceleradores de navegação é um tanto quanto controversa, pois enquanto muitos afirmam que a melhoria é considerável, outros são um pouco mais céticos sobre a eficácia deste tipo de aplicativo..
Isso pode acontecer porque, em uma internet mais rápida, a aceleração é praticamente imperceptível. Contudo, em conexões mais lentas, os efeitos gerados pela utilização desse tipo de programa podem ser constatados com mais clareza.
A ação desses aplicativos consiste, basicamente, em fazer pequenas alterações no navegador, principalmente relacionadas ao tamanho dos arquivos que precisam ser baixados. Com isso, imagens são comprimidas e o código HTML é compactado para que o carregamento da página seja feito mais rapidamente. Entretanto, isso pode causar diferença na qualidade do conteúdo, como imagens carregadas em baixa resolução.
Além disso, os aceleradores também costumam salvar pequenos pedaços do site para facilitar carregamentos posteriores. Com isso, se você acessar a página e não houver nenhuma grande mudança desde a última vez, os aplicativos usam esse “backup” em vez de carregar tudo do zero novamente.
Para esta função, os três programas mais baixados no Baixaki são Ashampoo Internet Accelerator, Network Cable e ADSL Speed e o Simple Net Speed. Se preferir, verifique outras opções.
Saiba mais em:
(Fonte da imagem: iStock)

Download mais rápido

Aceleradores de conexão ajudam o navegador a carregar tudo mais rápido e isso é ótimo, mas você não pode se esquecer dos downloads. Existem vários programas que fazem isso, então você pode escolher aquele que mais se adequar às suas necessidades. Os aceleradores conseguem otimizar a velocidade de download ao “quebrarem” o arquivo em várias pequenas partes, baixando cada uma delas simultaneamente.
Uma boa opção para acelerar seu download é usar um gerenciador. São milhares de opções existentes, entre as quais é possível destacar as mais populares no Baixaki: Orbit Downloader, Download Accelerator Plus, Free Download Manager, Puxa Rápido e FlashGet.
Saiba mais em:

YouTube sem travas

Serviços de streaming, como o YouTube, necessitam de uma boa conexão para que você não tenha que sofrer sempre que pensar em apertar o play, principalmente quando o vídeo está em alta definição e você tem uma conexão lenta. Mas essa situação pode ser amenizada.
O Biwifi é um pequeno programa que acelera o carregamento de vídeos, fazendo com que o tempo de espera seja bem menor. Outra opção razoável para não ter que esperar muito para carregar um vídeo no YouTube é o SpeedBit Video Accelerator.
Saiba mais em:
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Vale lembrar que tudo o que foi apresentado aqui serve para otimizar a sua conexão, alcançando o máximo dentro das possibilidades do seu plano de internet banda larga.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Por que até o carregador da Apple é tão caro?


Programador desmontou acessório e concluiu que tecnologia utilizada é muito mais complexa.

Desmontado assim, nem o carregador da Apple fica bonito. (Fonte da imagem: Reprodução/Ken Shirriff)
Produtos da Apple são mais caros do que toda a concorrência – e isso não é novidade para ninguém. De aparelhos em si a acessórios simples, a empresa cobra valores altos graças ao design único e a potência de seus produtos. Mas será que isso se repete até no carregador?
Essa é a dúvida que atormentava o programador Ken Shirriff. Curioso, ele decidiu desmontar um cabo de energia da empresa para saber o que há de tão especial lá dentro. A resposta completa, postada em seu blog, tem detalhes técnicos que devem agradar quem conhece a área.
(Fonte da imagem: Reprodução/Ken Shirriff)
Em resumo, trata-se da filosofia típica da empresa de colocar o máximo de tecnologia no menor (e mais prático) dispositivo possível. Há mecanismos para diminuir a interferência, impedir curtos-circuitos e até aumentos exagerados de temperatura. Com um design próprio, preocupação com a segurança e peças de alta qualidade, a Apple se sente livre para cobrar a mais, mesmo sendo apenas um carregador. Imagine então em tablets, laptops e smartphones.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

De acordo com pesquisa, 57% dos donos de PC têm programas piratas


A prática é ainda mais comum em países em desenvolvimento, como o Brasil e a China.


 (Fonte da imagem: IStock)De acordo com um relatório da Business Software Alliance, 57% dos donos de computadores admitem possuir softwares piratas. Os números são baseados em uma pesquisa que ouviu mais de 15.000 pessoas em 33 países diferentes.
De acordo com o relatório, em 2011 foi pirateado um total de programas no valor de US$ 65,4 bilhões de dólares – um salto significativo em relação aos US$ 58,8 bilhões registrados no ano anterior pela empresa.
Segundo a pesquisa, a maior parte dos piratas são jovens do sexo masculino, sendo que nos países em desenvolvimento (em especial a China) a prática é ainda mais comum. O relatório nota, no entanto, que pessoas que costuma piratear programas adquirem, em média, mais softwares do que aquelas que se mantêm dentro da lei.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Conheça a câmera fotográfica mais cara do mundo


Vendida por mais de dois milhões de euros, a câmera Leica Null-Serie foi fabricada na década de 20.


Das 25 câmeras produzidas há quase 90 anos, apenas 12 existem até hoje (Fonte da imagem: Reprodução/WestLicht Photographica)
A Leica é bastante conhecida pelas câmeras fotográficas que produz: elas possuem ótima qualidade e, normalmente, um preço bem salgado de acompanhamento. E para confirmar esta caracterização, a máquina mais cara vendida até hoje é exatamente uma Leica Null-Serie, que foi comercializada pela bagatela de 2,16 milhões de euros (algo como 2,78 milhões de dólares).

A venda da câmera 35mm fabricada em 1923 aconteceu no leilão WestLicht Photographica, em Viena. A qualidade da máquina — que funciona normalmente, apesar dos vários anos de existência — pode ter sido um dos motivos para que a venda atingisse esse valor recorde.

No entanto, o quesito “raridade” também pesou para o resultado: o aparelho faz parte de um “pacote” de 25 protótipos produzidos na década de 20, denominados de Null-Serie ou 0-Series. Destas, apenas 12 sobreviveram até os dias atuais.

Existem motivos para uma câmera Leica ser tão cara?

Um vídeo divulgado recentemente contém boas explicações quanto ao elevado custo de uma máquina fotográfica da marca. Nele, todo o processo de fabricação de um aparelho M9-P — em uma edição especial da Leica em parceria com a grife Hermès —, é mostrado.
O making-off exibe tanto a produção por parte da Hermès (no caso, uma bolsa para a máquina) quanto da Leica. Todo o processo de fabricação da câmera é manual, apresentando o cuidado com o acabamento e com a qualidade final que a empresa emprega nas montagens, um capricho refletido nos valores de comercialização — a câmera M9-P, em questão, chegará ao mercado com valores de 25 a 50 mil dólares.

Novo iPad vs. Tegra 3: qual é o mais rápido ?


Testes mostram disputa bastante acirrada entre os dois processadores.


 (Fonte da imagem: Reprodução/Apple)
Qual processador é o mais rápido: o A5X, da Apple, presente no novo iPad ou o Tegra 3? O site Gizmodo realizou um teste de velocidade entre os dois modelos, levando em consideração três programas diferentes de benchmark compatíveis entre os dois SO.
Apesar de ser complicado fazer uma comparação como essa, em especial pelas particularidades de cada sistema operacional, os resultados mostram uma disputa acirrada. Para o teste, o site utilizou Asus Transformer Prime equipado com o Tegra 3. Confira os resultados.

SunSpider

Os resultados com esse benchmark, segundo o Gizmodo, foram extremamente inconsistentes de forma que os realizadores consideraram um empate técnico na disputa. Os dois tablets alcançaram a marca de 1.680 milisegundos para acessar uma página e 1.800 milisegundos em sua pior marca.

BrowserMark

No segundo teste o processador Tegra 3 se mostrou cerca de 7,2% mais rápido em relação ao A5X. O aplicativo BrowserMark registrou uma média de 107.632 pontos para o iPad contra 99.908 pontos do Android. Nesse caso quanto menor a pontuação, mais rápido é o processador. Contudo, é importante alertar que os navegadores influenciam diretamente no resultado, de forma que pode haver variações para mais ou para menos no tablet com Android.
 (Fonte da imagem: Divulgação/Asus)

GLBenchmark 2.1

No último teste, realizado com o GLBenchmark 2.1, a vitória ficou com o iPad, que venceu graças à sua melhor performance gráfica. No teste Egypt, o modelo da Apple processou 6740 frames a 60 fps enquanto o tablet da Asus alcançou apenas 5080 frames a 52 fps. Embora o tablet da empresa da Maçã tenha vencido, o Gizmodo alerta que o desempenho está longe de ser quatro vezes melhor em relação ao iPad 2, como foi anunciado.
.....
Além dos testes com os três programas de benchmark, em que cada um venceu uma etapa e na outra houve um empate, foram feitos ainda testes subjetivos de velocidade, abrindo-se aplicativos simultaneamente nos dois aparelhos para perceber qual deles tinha o melhor desempenho. O resultado? Indiferente.
As variações de um modelo para outro foram tão pequenas que, de fato, é impossível considerar que um é mais rápido do que o outro. Pelo visto, a melhor maneira de determinar um vencedor continua sendo a regra básica de escolher um produto que se adapte às suas necessidades e ao seu bolso.

7 mitos sobre celulares quad-core


Smartphones com processadores de quatro núcleos são muito mais rápidos que os demais, certo? Bem, nem sempre.
Samsung Galaxy S3, um dos smartphone quad-core mais recentes do mercado
Samsung Galaxy S3, um dos smartphone quad-core mais recentes do mercado (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
Recentemente, os celulares quad-core começaram a invadir o mercado. Desde o lançamento do HTC Edge, já presenciamos o anúncios de aparelhos da LGZTE e Samsung, que, por sinal, apresentou oficialmente os detalhes do tão aguardado Galaxy S3. Para o consumidor final, a mensagem é clara: quanto mais núcleos tiver o processador, mais rápido será o celular.
O pensamento parece certo, mas a verdade é que existem algumas variáveis que podem afetar o desempenho do dispositivo. Para que o smartphone seja mais rápido, ele depende do bom funcionamento de diversos aspectos de sua configuração, desde os chips e bateria até a maneira como os programadores desenvolveram determinado software ou sistema operacional.
De acordo com a CNET, existem pelo menos sete mitos que podem enganar o consumidor final na hora de escolher um aparelho e que, portanto, valem a pena ser destrinchados.

1. Todos os mesmos chips

ARM está presente em todos os smartphones (Fonte da imagem: Reprodução/Slashgear)
Há uma similaridade entre os principais smartphones do mercado: todos usam processadores com arquitetura e instruções ARM, estejam equipados com Android, iOS ou Windows Phone. Por isso, é possível fazer uma comparação entre os modelos: um smartphone com um chip single-core A9, por exemplo, é superior a outro com CPU A8 de apenas um núcleo. Sendo assim, fazer a escolha certa parece simples.
Porém, muitas marcas acabam personalizando seus processadores. A Nvidia, por exemplo, possui o que chamam de processadores 4-PLUS-1, ou seja, uma CPU quad-core com um núcleo extra, alocado para o gerenciamento de bateria do aparelho.
Por isso, é sempre importante conhecer as peculiaridades de cada modelo antes de decidir qual comprar, afinal, pode ser que um recurso extra, exclusivo de alguma marca, faça a diferença sobre o desempenho final. Como curiosidade, saiba também que a expressão “quad-core” nem sempre é sinal de superioridade: um smartphone com processador dual-core A15, por exemplo, teria uma performance equivalente a um quad-core A9.

2. Dobro de núcleos, dobro de desempenho

Quatro é o dobro de dois e, portanto, um smartphone quad-core tem o dobro de potência de um dual-core, certo? Bem, apesar de a matemática parecer simples, na prática o smartphone não será tão mais rápido.
Além do exemplo citado acima, em que um chip dual-core pode ter desempenho equivalente ao de um quad-core, há outro ponto a ser levado em consideração: o processador dobrou, mas os outros recursos do aparelho ainda são “single”, ou seja, o chip quad-core continuará usando a mesma memória e fazendo uso da mesma fonte de energia do celular. Sendo assim, a performance aumenta, mas não espere que ela dobre.

3. Quatro núcleos o tempo todo

 (Fonte da imagem: Android Authority)
Multicore é importante, mas essa funcionalidade, por si só, não leva a um ganho de desempenho. Para que tudo funcione perfeitamente é preciso que não apenas o sistema operacional tenha suporte para multithreading — ou seja, que possa atribuir tarefas aos diferentes núcleos, simultaneamente — como também o software a ser executado deve fazer uso inteligente dessa função.
Jogos e players de vídeo são dois tipos de aplicativos que podem se beneficiar desse tipo de processamento, já que costumam exigir muito recurso. Porém, em entrevista para a CNET, o gerente sênior de produtos da Microsoft, Greg Sullivan, explica que o nível de complexidade do código de um app aumenta consideravelmente em casos de multithreading. Isso dificulta a depuração e manutenção do aplicativo, deixando desenvolvedores mais relutantes em adotar essas funções.
Quad-core é bom, mas são faz diferença se o software possui suporte para ele.

4. Quad-core economiza bateria

Afinal, quad-core economiza bateria?(Fonte da imagem: iStock)
Parece claro que, ao executar tarefas mais rapidamente, um processador quad-core consome menos energia. Mas, como afirmaram alguns especialistas para a CNET, isso nem sempre é verdade. Quanto mais poder de processamento tem um dispositivo, mais energia ele precisa para funcionar — e podemos, de certa forma, compará-lo com o motor de um carro: quanto mais cilindros (núcleos), mais potência e, também, mais consumo de combustível (bateria).
Mas há exceções. Como bem alerta o primeiro mito deste artigo, nem todos os chips são iguais. Em entrevista para a CNET, a Nvidia se defendeu dizendo que o Tegra 3 possui um consumo mais inteligente de bateria, habilitando seu quinto núcleo apenas quando necessário.
Em outra comparação automobilística, a representante da empresa explicou que é como se o veículo desligasse o motor de alta performance para andar dentro da cidade, já que o motor elétrico seria o suficiente. Aparelhos com Tegra 3 são capazes de habilitar e desativar os núcleos da CPU, de acordo com o nível de processamento exigido pelas aplicações.

5. O processador e mais nada

Apesar de o processador ser o responsável pela maior parte do trabalho, há smartphones que contam com um chip exclusivo para o processamento de imagens, tornando tarefas como exibição de vídeo ou execução de games muito mais suaves.
E não é só isso, alguns dispositivos também trazem chips extras para ao processamento de áudio e até de Flash. Portanto, além da CPU, vale a pena investigar a presença dessas unidades de apoio antes de decidir pela compra.

6. O SO é secundário

Por enquanto, quad-core é com o Android (Fonte da imagem: ARM)
Por enquanto, o Android é o único sistema operacional móvel a fazer uso real de processadores quad-core. Até o momento, a Apple continua com dispositivos dual-core, enquanto que o Windows Phone usa processadores de apenas um núcleo. Mas isso não torna, necessariamente, a opção da Microsoft pior que a das concorrentes.
Como contou Greg Sullivan para a CNET, o Windows Phone foi projetado para trabalhar com o máximo de eficiência possível, mesmo que com apenas um núcleo. Assim, em vez de smartphones capazes de excelentes resultados em testes teóricos, o gerente de produtos diz que a Microsoft prefere focar em tarefas do mundo real, como ouvir música e navegar na internet. Para isso, uma CPU single core é mais do que suficiente.
Como diferencial, o Windows Phone possui um sistema de gerenciamento de aplicações muito interessante: o SO não executa múltiplos apps ao mesmo tempo. Em vez disso, é como se ele pudesse “pausar” aquele em segundo plano, fazendo com que apps não prioritários desocupem o processador e, mais importante, não consumam tanta bateria. Mesmo assim, o software continua disponível para que você volte a usá-lo, a qualquer momento, de onde parou.
Em celulares com Android, o inverso acontece: aplicativos em segundo plano continuam usando os recursos do processador, o que pode deixar o sistema um pouco mais instável em alguns casos.
Em suma, sistema operacional é peça fundamental para o bom desempenho do smartphone, independentemente do número de núcleos que ele possuir.

7. Desconfie dos testes de desempenho

Benchmarks não mentem, mas podem ser manipulados (Fonte da imagem: Android Authority)
As comparações de desempenho entre dois ou mais modelos de smartphone, conhecidas como benchmarking, podem ser bons indicativos do “poder de fogo” de um celular. Porém, não devem ser levadas ao pé da letra. Como é de se esperar, fabricantes só vão divulgar testes favoráveis aos seus produtos e, assim como estatísticas diversas, esses resultados podem ser manipulados.
Além disso, muitas das funções analisadas por esses testes podem não ser tão essenciais ou usadas pelos compradores dos modelos analisados. Portanto, antes de enfrentar filas quilométricas pelo novo quad-core do mercado, pare e avalie bem as características do aparelho como um todo e não apenas o processador. Só assim você estará fazendo a melhor escolha.

sábado, 12 de maio de 2012

Internet supera TV e jornal como mídia mais consumida no Brasil, diz estudo


Um estudo inédito realizado pelo IAB Brasil revela que, para o brasileiro, a Internet já é o meio de comunicação mais importante. De acordo com a pesquisa, um em cada três brasileiros consome pelo menos duas horas de Internet por dia e navega em sites por pelo menos quatro aparelhos diferentes.
Comparada ao rádio, à TV e ao jornal, a Internet já é a mídia mais consumida, não só em casa, como no trabalho, na escola, em restaurantes, shoppings e reuniões presenciais. Dentre os quase 40% que surfam pelo menos duas horas por dia, somente 25% conseguem gastar o mesmo tempo com a TV. Essa, por sinal, é o meio menos usado entre jovens de 15 a 24 anos. 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Estudo aponta problemas oculares causados por smartphones


Dores de cabeça e cansaço ocular estão entre os sintomas causados pelo uso prolongado destes celulares.
 (Fonte da imagem: iStock)
Comodidade e facilidade de acesso, conectividade onde quer que você esteja e agilidade para localizar dados e informações e assistir a vídeos e filmes. A alta tecnologia empregada faz com que os smartphones sejam um objeto de desejo de quase toda a população. Entretanto, é importante estar atento a alguns cuidados hora de aproveitar estes recursos, para evitar que o seu uso frequente ocasione problemas posteriores.
Um estudo divulgado recentemente pela Universidade da Califórnia percebeu um aumento do cansaço visual entre os usuários de smartphones – celulares que viabilizam conexão à internet e o acesso a arquivos multimídia na palma da mão, mas que se usados por períodos prolongados de tempo podem suscitar sintomas como dor de cabeça e fadiga.
A pesquisa concluiu que a origem desses problemas pode ser a combinação de dois fatores: focar a tela do aparelho ao mesmo tempo em que se ajusta a sua distância para leitura.Filmes e vídeos de longa duração, que exigem atenção contínua do usuário, seriam os principais vilões da história.
 (Fonte da imagem: iStock)
O doutor Luiz Geraldo Simões de Assis, diretor clínico do Instituto de Oftalmologia de Curitiba (IOC), endossa o alerta: “Com os smartphones, as pessoas não respeitam a distância de 30 cm recomendada para leitura, o que pode causar desconforto visual, cansaço e dores de cabeça”, explica. Para ele, ainda contribuem para isso o fato de as fontes usadas nos celulares serem pequenas e também dessa exposição ao smartphone muitas vezes ocorrer por longos espaços de tempo, substituindo computadores.
O esforço realizado para leitura em smartphones é semelhante ao processo que acontece quando lemos numa tela de computador ou na televisão. Nesses casos, porém, a distância de leitura é mais confortável, o que reduz os efeitos da exposição.
Para diminuir os efeitos nocivos dos celulares sobre os olhos, o oftalmologista faz algumas recomendações. “É importante aumentar a fonte exibida pelo celular e afastá-lo dos olhos, usando óculos ou lentes de contato quando necessário. Além disso, o ideal é que se pisque com mais frequência, antes que os olhos comecem a arder”, aconselha.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Wireless ou cabo: qual é o melhor?



Conheça as principais vantagens e problemas dos dois tipos de conexão e fique antenado sobre qual tem mais a oferecer.
Toda vez que surge uma nova tecnologia, as fabricantes fazem inúmeras propagandas milagrosas relatando os incríveis benefícios que a inovação tem a oferecer. Por um lado, os comerciais mostram possibilidades e recursos funcionais. Contudo, algumas vezes o falatório é muito comprido e acabamos nos decepcionando com os resultados dos produtos.
Isso é exatamente o que ocorreu com o lançamento das redes Wi-Fi. Na teoria, as conexões wireless do tipo 802.11n deveriam oferecer até 300 Mbps de velocidade para download. Na prática, os consumidores acabam encontrando diversos problemas de sinal, conexão, velocidade e segurança. Apesar dos inconvenientes, as redes sem fio oferecem liberdade.

(Fonte da imagem: Reprodução/TP-LINK)
Com tudo isso em mente, algumas dúvidas permanecem quanto à capacidade da tecnologia wireless. Afinal, por que existem tantos problemas com conexões Wi-Fi? O cabo é uma tecnologia insubstituível? Isso é o que vamos abordar neste artigo.

As barreiras que impedem a propagação

Você já reparou como é o símbolo de uma rede Wi-Fi? Pois bem, aquelas pequenas curvas que aparecem ao lado da antena representam as ondas do sinal. Talvez você não saiba, mas as conexões wireless operam com ondas de radiofrequência — parecidas com as que são usadas para transmissão do sinal de televisão.
Até aí, a ideia é simplesmente genial, afinal, a TV funciona perfeitamente e raros são os problemas que ocorrem e deveria ser semelhante com o sinal wireless. Ondas de radiofrequência são programadas para ultrapassar obstáculos, porém, o sinal de uma rede Wi-Fi é muito fraco, o que acaba reduzindo a qualidade da conexão.

(Fonte da imagem: Reprodução/TP-LINK)
Além disso, existem problemas quanto à transmissão. As conexões sem fio trabalham com sinal digital, um método compatível com a linguagem dos computadores, mas péssimo para a transmissão de dados. Basicamente, muitos pacotes de dados acabam se perdendo no caminho, o que resulta na queda de velocidade e na repetição desnecessária de informação.
Outros fatores influenciam diretamente na velocidade e qualidade. Pequenos atrasos aparecem durante a conversão de dados para ondas de radiofrequência. Esse inconveniente acontece tanto no roteador quanto no computador, algo que aumenta a demora na comunicação na grandeza de milissegundos.

A interferência de outros eletrônicos também é um problema que gera redução na qualidade da conexão ou, às vezes, até ocasiona a queda do sinal. Essa situação é comum quando outro aparelho utiliza a mesma frequência de operação para transmitir sinais de radiofrequência — isso acontece muito com telefones sem fio.

Problemas sem fio no cotidiano

Não bastassem todos esses pequenos empecilhos na transmissão do sinal, as redes sem fio comprometem a segurança dos computadores. Apesar de contarem com chaves de segurança, conexões Wi-Fi não são à prova de invasões. Claro, existem pequenos macetes para aumentar a proteção, todavia, muitas pessoas desconhecem as configurações dos roteadores.

(Fonte da imagem: Reprodução/The Gamer Access)
É justamente no desconhecimento que residem outros problemas que afetam a velocidade e qualidade da conexão. Problemas recorrentes acontecem na conexão entre consoles (PlayStation 3 e Xbox 360) e roteadores. Devido à necessidade de conexões com baixíssimos atrasos e altas velocidades, os jogadores acabam sendo prejudicados quando tentam brincar online usando redes Wi-Fi.
Outros erros comuns acontecem durante os downloads de arquivos grandes. Falhas desse tipo podem acontecer em conexões cabeadas também, todavia, nas redes wireless, esses inconvenientes costumam ser mais frequentes. Normalmente não há motivos aparentes, mas às vezes acontece de o adaptador desligar sozinho ou perder o sinal da rede.

Quando o cabo é o problema

As redes sem fio não são perfeitas, mas as conexões com cabo também estão longe de ser as maravilhas do novo século. Claro, as situações problemáticas são reduzidas, entretanto, os cabos também geram dores de cabeça. Ao contrário das conexões wireless, aqui, as interferências são raras e só ocorrem quando fiações elétricas estão muito próximas dos cabos.

(Fonte da imagem: Reprodução/nrkbeta)
As velocidades de download e upload são muito próximas dos limites máximos. Os únicos problemas que podem reduzir a rapidez na transmissão dos dados é a configuração de portas no modem e a distância entre o computador e o distribuidor de sinal (roteador, hub ou modem).
Apesar de poucos inconvenientes, as redes cabeadas limitam os locais de acesso à internet. Além de ser necessário realizar uma instalação trabalhosa dos cabos, o consumidor se obriga a manter o computador sempre em um mesmo lugar. Essa falta de liberdade é o que vem diminuindo o uso dos cabos, apesar de que o padrão ainda é mais confiável e rápido — ainda mais no caso das redes Gigabit.

O novo padrão Wi-Fi vem aí

Depois das conexões 802.11a, b, g e n, agora, as fabricantes de roteadores estão começando a trabalhar com o novo padrão: o 802.11ac. A Netgear anunciou recentemente um modelo capaz de trabalhar com velocidade de até 1.300 Mbps para downloads — superando em 300 Mbps as atuais conexões com cabo

(Fonte da imagem: Divulgação/Netgear)

Outras promessas do novo padrão dizem respeito à conexão direta com os aparelhos. A transmissão de dados será direcionada, o que deve resultar em velocidades elevadas e um sinal de alta qualidade. Os primeiros produtos devem aparecer neste mês, sendo que o padrão deve ser completamente adotado em 2013.

Enfim, por ora, podemos dizer que as conexões cabeadas são mais rápidas e confiáveis, o que as torna melhores para downloads e streaming de vídeo. Contudo, a mobilidade é algo essencial, sendo obtida apenas com a tecnologia wireless. Assim, enquanto as redes Wi-Fi não evoluem, o jeito é se acostumar com os problemas e apelar para o cabo quando necessário!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Tablet Aakash 2 chegará ao mercado por 40 dólares


Aparelho foi criado especialmente para o mercado indiano, mas é possível que ele chegue às importadoras ainda neste ano.
 (Fonte da imagem: Divulgação/DataWind)
Pensando em comprar um tablet, mas não tem muito dinheiro no momento? Então talvez o aparelho Aakash 2 – da empresa britânica DataWind – seja uma ótima opção para você. O aparelho está prometido apenas para a Índia, onde chegará pelo preço de 2.000 rúpias (71 reais), mas provavelmente será possível encontrá-lo em importadoras.
O Aakash 2 (que, repetindo, custa menos de 100 reais) terá configurações bastante satisfatórias para um aparelho tão barato – já dissemos que ele custa apenas 71 reais? Confira agora um pouco das especificações do tablet Android, que chega ao mercado indiano no mês de abril.
  • Processador: ARM Cortex-A8 de 700 MHz;
  • Tela: capacitiva de 7 polegadas;
  • Bateria: 3.200 mAh;
  • Sistema operacional: Android 2.3 Gingerbread;
  • Conectividade: Wi-Fi e 3G.

Erro 404: Como seria o iPad perfeito para os brasileiros?


Rádio FM, TV digital e suporte para mouse e teclado. O que mais seria necessário para o tablet perfeito?
Você já deve saber que o novo tablet da Apple não se chama iPad 3 ou iPad HD. Batizado de “novo iPad”, o aparelho trouxe alguns recursos incríveis para os consumidores – o que inclui a nova tela Retina, um processador com muito mais potência gráfica e a bateria com maior autonomia. Mas quem é que liga para isso? O que nós queremos é diversão.
Pensando nisso – e observando os comentários de leitores aqui do Tecmundo –, trouxemos várias novas funcionalidades que seriam ideais para as próximas gerações do tablet. Está curioso para saber do que estamos falando? Então fique atento aos novos recursos e também às ilustrações que preparamos para deixar tudo mais divertido.

Viva La Radio

Convenhamos: enviar músicas do computador para o iPad é uma tarefa muito complicada. O aplicativo do iPod é muito bonito, mas se quem está utilizando não tiver paciência para arrumar todas as capinhas dos discos, ele vira uma bagunça sem fim. E outra, de que vale um tablet tão caro se nós não podemos nem mesmo ouvir os jogos de futebol por ele?
 (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
É por isso que o iPad perfeito viria com uma funcionalidade que ninguém na Apple jamais pensou em instalar: rádio FM. Isso mesmo, com esse novo recurso, os consumidores poderiam ouvir os jogos de seu time favorito, o Top 13,5 das músicas mais pedidas na quermesse e também o programa mais ouvido do país: “A Voz do Brasil”.
E tem mais. Por acaso, você consegue dedicar suas músicas a alguém pelo iPad de hoje? Claro que não. Mas com o aparelho perfeito, você teria não somente a rádio FM, mas também conexão direta com as emissoras. Frases como “Glorinha de São Bernardo dedica o Samba-Rock do Molejão para Breno de São Caetano” estariam de volta à realidade.

“Acoooorda, menina”

Você quer cozinhar junto com a mulher do programa de TV, mas sua televisão não cabe na cozinha? Apostamos que você já pensou: “Não seria ótimo se eu pudesse ter um aparelho de 9,7 polegadas e menos de 1 centímetro de espessura, com tela Retina e acelerômetro?”. Pois é para isso mesmo que nosso iPad está sendo projetado: para agradar a todos e em todas as situações.
 (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
O iPad BR será equipado com uma antena para sinal de televisão digital. Com isso, será possível assistir a qualquer programa da televisão aberta em qualquer lugar que você esteja. Isso inclui os desenhos do programa matinal, aulas de culinária e até mesmo o seu jornal favorito.
Achou pouco? Então você vai adorar saber que há vários itens especiais que podem ser conectados ao iPad. Isso inclui o iDVD, que além de permitir que você assista aos seus filmes favoritos, ainda adiciona mais duas horas de autonomia à bateria. O controle remoto sai por apenas 399 dólares (mais frete), mas o iPhone possui um app gratuito para isso.

“Gadgets, pra que te quero?”

Não há como negar que o iPad tem jogos incríveis. Mas não é todo mundo que consegue se adaptar aos comandos por toques na tela. É verdade, é difícil se acostumar com botões que “não existem de verdade” – ainda mais depois de estar muito habituado aos controles de consoles como PlayStation 3 ou Xbox 360.
 (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
Como resolver isso? É muito simples: basta adicionar duas portas USB para o iPad brasileiro. Assim, qualquer pessoa pode conectar um controle ao tablet para jogar os seus games favoritos. Se você prefere um FPS, só precisa de um teclado e um mouse para fazer com que o iPad se torne muito mais divertido.

iYou

Em qualquer situação, você pode ver personalizações. Olhe para as ruas, é fácil perder as contas na hora de lembrar quantos carros com luzes coloridas, adesivos com nomes de casais e “famílias felizes” foram vistos no mesmo dia. Quer mais um exemplo? Canecas... Isso mesmo, canecas são personalizadas de todos os modos possíveis.
 (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)
E então, já que tudo pode ser personalizado, por que não o iPad? Com a versão brasileira do tablet, isso será mudado. A partir do lançamento, você vai poder encomendar novas capas e adesivos diretamente com a Apple, sendo totalmente possível deixar o aparelho com a sua cara – e nós nunca fomos tão literais ao afirmar algo assim.
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Atenção: este artigo faz parte do quadro Erro 404, publicado semanalmente às sextas-feiras, cujo objetivo é fornecer um texto descontraído aos leitores do Tecnonet. Qualquer semelhança com a realidade é meramente coincidência!

Erro 404: e se os navegadores fossem super-heróis?


Você imagina como seriam os navegadores mais populares transformados em super-heróis? Nós fizemos o trabalho para você.
Para muita gente, os navegadores são apenas softwares criados para que possamos navegar na internet. Mas a verdade é que eles são apenas a parte visível de uma guerra invisível, travada entre humanos e alienígenas de uma raça chamada Malwares. Por trás de cada browser, existe um super-herói responsável pela proteção de seus seguidores.
Está duvidando? Então confira um pouco mais sobre cada um dos super-heróis do mundo virtual, que formam a poderosa liga dos Navingadores e estão travando batalhas mortais enquanto você procura por um vídeo ou lê as últimas notícias sobre o futebol.

Homem-Raposa da Mozilla

Movido pelo poder de doze mil soldados romanos do passado, o Homem-Raposa é o defensor de todos os apaixonados pelo código aberto. Há alguns anos, ele enfrentou a fúria dos mares da Microsoft e conseguiu devolver a harmonia para os seus protegidos. Desde então, é reverenciado como o principal defensor da liberdade.
Seus poderes são gerados pelo espírito da Raposa de Fogo do Reino de Mozilla e permitem que o super-herói invoque as chamas do plano espiritual. Com isso, o super-herói pode queimar toda e qualquer falha de segurança e tentativa de fechamento de códigos-fonte. Ele também usa a furtividade da raposa para evitar que qualquer um de seus discípulos seja rastreado em suas ações.
Há quem diga que os doze mil soldados e o plano espiritual do Homem-Raposa sejam apenas nomes mitológicos para os desenvolvedores independentes e fóruns de programação que auxiliam o herói em todas as suas batalhas. E eles serão muito necessários nas próximas lutas, quando o Homem-Raposa enfrentar o Ninja Cromado, na disputa pela hegemonia heroica.

Ninja Cromado, o herói de Mountain View

Rápido como um foguete e pronto para analisar – com riqueza de detalhes – qualquer coisa que passe por perto de seus olhos. Assim é o Ninja Cromado, o herói mais recomendado para missões de espionagem e outras tarefas que exigem rapidez extrema. É visto com maus olhos por guerreiros menores, que não admitem o fato de ele ser um espião tão poderoso.
Hoje, o Ninja Cromado é um dos heróis mais requisitados do mundo. Ajuda os seus protegidos a ficarem livres de problemas e derrota vírus e outros malwares com rapidez. Há quem diga que ele possui duas caras, pois ao mesmo tempo em que protege todos os que lhe pedem abrigo, também é bastante controlador com a população.
Por querer ser o líder dos Navingadores, possui uma disputa interna com o Homem-Raposa (que foi o nome mais respeitado por muito tempo). Conseguiu conquistar apoio de muitos aliados por possuir muito dinheiro em caixa – graças aos tesouros do reino de Mountain View. Ao mesmo tempo, muitos tiram sarro de sua cara, por causa das constantes atualizações e mudanças de uniforme.

O Explorador Submarino

Rumores dizem que o Explorador Submarino era um comandante, e seu superpoder surgiu quando o seu barco estava afundando. Os mesmos boatos apontam para a origem microsoftiana do herói. Independente da mitologia que o envolva, o Explorador Submarino ainda é respeitado por grande parte dos cidadãos do mundo.
Admirado pela história, mas não muito acionado. Por já estar com a idade um pouco mais avançada – e, principalmente, por ter se adaptado pouco às necessidades dos humanos –, o Explorador foi deixado de lado e hoje não possui muitas mocinhas indefesas esperando para que ele mostre os poderes que ainda tem.
Para evitar que ele se sentisse mal, os outros Navingadores atribuíram uma função para o Submarino. Ele é encarregado de realizar as ligações entre as pessoas indefesas e os outros heróis. Mesmo assim, ainda há muitos que se lembram dele e solicitam sua presença em diversas situações.

Capitão O

Uma mistura de Peter Parker com Tony Stark. É assim que os Navingadores enxergam o Capitão O. Um rapaz com muito dinheiro, gostos refinados e interesse por tecnologia, mas que muitas vezes não é compreendido pelos outros heróis. Assim como o Explorador, o Capitão é pouco acionado por cidadãos indefesos.
Mas ao contrário do microsoftiano, este herói é muito jovem. Na verdade, poucas pessoas confiam nele porque ele é novo demais – e seria antiético utilizar os poderes psíquicos para convencer os outros de que o guerreiro é bom. Sejamos sinceros, o Capitão O é um super-herói muito controverso. Quem gosta dele, não chama outro herói para nada (nem mesmo para buscar o gatinho que está em cima da árvore).
Por outro lado, os fãs dos outros heróis vivem dizendo que o Capitão O é muito lento, pesado e que ele nunca está presente na hora em que é necessário. Enfim, o guerreiro ainda está tentando conquistar seu espaço no coração dos seres humanos.

SafariBot

O único super-herói dos Navingadores que não é um ser humano completo. O SafariBot foi construído a partir do DNA de um homem muito poderoso que faleceu há alguns meses. Os fabricantes do robô dizem que toda a essência da bondade está nele, apesar de não revelarem qual é a origem do seu código genético.
Sendo uma estrutura robótica, o herói é programado para neutralizar qualquer ameaça que possa se aproximar de seus protegidos. Ainda pouco conhecido, o SafariBot conquistou seu espaço entre grupos restritos, mas há chances de que ele seja mais abrangente no futuro.
Como todos os outros, o SafariBot também tem alguns problemas. Suas peças são muito caras, por isso ele não é enviado para muitas batalhas. Também há quem diga que ele é um robô de propaganda, que vale muito mais pelo design do que pelo poder de fogo que oferece.
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Atenção: este artigo faz parte do quadro Erro 404, publicado semanalmente às sextas-feiras, cujo objetivo é fornecer um texto descontraído aos leitores do Baixaki. Qualquer semelhança com a realidade é meramente coincidência!

App promete levar jogos do PC para rodar no Android


Kainy está disponível no Google Play, mas primeiros resultados não são tão animadores.
Que tal rodar games de PC em até 60 fps direto na tela do seu Android? Essa é a promessa do aplicativo Kainy, disponível no Google Play. O app custa US$ 5 e conta ainda com interfaces de controle personalizáveis, 100 modelos predefinidos e controle de acelerômetro.
O vídeo acima mostra o Kainy em funcionamento. A julgar pelas imagens, é difícil precisar se o aplicativo é bom mesmo ou não, mas dá a entender que ele prioriza a redução de lag em prol da manutenção da resolução de imagem.
Vale lembrar que não é qualquer aparelho com Android que vai fazer com que você tenha um resultado satisfatório. Prepare-se para testar o app em um tablet ou smartphone de última geração ou a sua decepção poderá ser enorme.

segunda-feira, 12 de março de 2012


Será que o Wi-Fi vai morrer?

Embora isso ainda esteja muito longe de acontecer, evolução do 3G e do 4G pode tornar o Wi-Fi obsoleto no futuro.

Fios e cabos de rede definitivamente já são coisa do passado. Se até alguns anos atrás ter uma rede Wi-Fi era uma opção de luxo, hoje ter um cabeamento de rede passando pelos cômodos da casa se tornou algo oneroso e arcaico. A necessidade de conexão saiu dos aparelhos fixos ou de mobilidade restrita, como o computador ou os notebooks, e passou também para os dispositivos móveis, como os smartphones e os tablets.
Entretanto, tudo no mundo da tecnologia evolui, e com as conexões sem fio a situação não é diferente. No Brasil, questionar se o Wi-Fi vai morrer algum dia pode parecer algo absurdo e sem muito sentido. Porém, se levarmos em consideração o franco desenvolvimento da tecnologia 4G nos Estados Unidos e a quantidade crescente de pessoas que utilizam seus dispositivos como hotspot, é de se pensar como a situação estará daqui a uma ou duas décadas.

O fim do Wi-Fi?

 (Fonte da imagem: Vivo Sano)
Embora hoje seja a opção que apresenta a melhor relação custo-benefício, os sinais de Wi-Fi não são uma unanimidade. Algumas ONGs ambientalistas já apresentaram estudos sugerindo que a radiação emitida pelas redes Wi-Fi pode ser nociva à saúde, causando câncer ou até mesmo matando árvores.
Na Espanha, um movimento se insurgiu contra o uso do Wi-Fi nas escolas. A alegação das ONGs Organização Para a Defesa da SaúdeVivo Sano e Fundação Para a Saúde Geoambiental, é que a exposição prolongada às radiações emitidas pelo Wi-Fi teria efeitos nocivos à saúde.
Apesar de não haver motivo para pânico nem comprovação aceita na comunidade científica de que, de fato, isso pode acontecer, a campanha nacional realizada no ano passado surtiu efeitos. Com isso, escolas, museus e bibliotecas reduziram as áreas comuns em que o sinal está disponível.
Entretanto, frear as conexões sem fio é como dar um tiro no pé em termos de desenvolvimento tecnológico. Ações como essas promovidas pelas ONGs são isoladas e a propagação das redes Wi-Fi só aumenta, mas até que ponto esse desenvolvimento vai acontecer ainda não há como afirmar.

Um ponto de acesso por pessoa

Celulares vão dar fim aos modens? (Fonte da imagem: iStock)
No Brasil, o acesso à internet via conexão 3G está vivendo o seu melhor momento. Embora a qualidade do sinal ainda esteja longe de agradar aos consumidores, o acesso a ela se tornou mais barato (em algumas operadoras, é possível acessar a web gastando R$ 0,50 por dia). Já o4G ainda é uma promessa que não tem previsão de ser colocada em prática.
Contudo, nos Estados Unidos a situação do 4G é diferente e ele é a principal aposta das operadoras para atrelarem seus planos de dados junto a smartphones e tablets. Os preços compensam e a qualidade de sinal já pode ser considerada satisfatória e estável, exceto ainda para transferências de dados de grande porte – acima de 500 MB.
Com sinais de acesso 3G e 4G mais estáveis, aumenta também o número de consumidores que optam por manter o próprio smartphone como um hotspot, transformando-o em um roteador até mesmo para o notebook ou para outros dispositivos de uma residência, como impressoras e aparelhos de TV.
É importante deixar claro que, mesmo nos Estados Unidos, o fim do Wi-Fi ainda está longe de acontecer e muito provavelmente ele estará presente na vida de muitas pessoas até o final desta década. Contudo, sua popularidade certamente não vai durar para sempre e as novas opções de mercado, embora ainda tecnicamente inferiores, têm um potencial maior de desenvolvimento.

Wi-Fi: até quando?

 (Fonte da imagem: Wi-Fi Alliance)
A possibilidade de transformar um smartphone, que em tese está com você em qualquer lugar, em um hotspot de acesso à web, permitindo que os dispositivos à sua volta também se conectem à internet utilizando o mesmo pacote de dados, é bastante atraente. O acesso via 3G e 4G em notebooks pode até se tornar a primeira opção dos internautas.
Uma patente requerida pela Apple no ano passado pode comprovar o “investimento” no fim do Wi-Fi. Trata-se de adaptação aos notebooks da companhia, que transformaria uma das laterais do aparelho, mais especificamente ao lado do monitor, em uma antena, facilitando o acesso a dados 3G e 4G
 (Fonte da imagem: CNET)
A solução, ao menos em um primeiro momento, parece prática, mas não há previsão de lançamento de um dispositivo como esse pela companhia, ao menos por enquanto. Até quando o reinado do Wi-Fi vai persistir só o tempo poderá dizer.