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sábado, 26 de maio de 2012

Antes mesmo do lançamento do iOs 6, novo jailbreak está sendo desenvolvido


Hackers estão se antecipando ao lançamento da empresa da Maçã para que o jailbreak esteja disponível o mais cedo possível.

(Fonte da imagem: Noticiastecnologia)
Muitas pessoas estão ansiosas para saber como vai ser a nova versão do sistema operacional da Apple, o iOs 6. Mas nenhuma delas está tão empolgada quanto o pessoal do Dream Jailbreak Team. Afinal de contas, eles já começaram a programar o próximo jailbreak que vai desbloquear os iPhones, iPads e iPods. 
Em entrevista para o site Softpedia, o time explicou que a antecedência é uma ação preventiva para não atrasar o lançamento do próximo jailbreak. Essa demora sempre acontece, pois o sistema operacional precisa estar pronto para que os códigos de desbloqueio possam ser testados.
Contudo, o trabalho que está sendo feito no momento é bem inicial e consiste em juntar todas as falhas anteriores e elaborar uma nova “estratégia” de testes. Dessa maneira, todas as supostas brechas poderão ser organizadas, o que vai economizar muito tempo.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ameaças para Android estão quatro vezes maiores


Especialistas acreditam que a tendência é que os malwares fiquem mais poderosos e volumosos com o tempo

O número de ameaças específicas para Android está quatro vezes maior do que no ano passado. De acordo com a F-Secure, os malwares voltados para o sistema operacional do Google estão mais numerosos e poderosos.

Segundo o "Relatório de Ameaças Móveis" feito pela empresa, no início de 2011, foram identificadas 10 variáveis de softwares que ameaçavam o Android. No começo de 2012, porém, foram encontados pelo menos 37 famílias de arquivos maliciosos.
Para os especialistas da F-Secure, o crescimento de quase quatro vezes se deve ao fato de os malfeitores tentarem infectar aplicativos populares sem serem descobertos. A grande preocupação é que até o final do ano eles estejam ainda mais potentes e em uma quantidade bem maior.
Ameaças para o sistema operacional são cada vez mais comuns

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Vírus que rouba dados bancários se disfarça de instalador do Chrome


Malware invade o PC e cria páginas falsas de bancos para obter informações.


 Os sites falsos tem um "_" antes do nome do banco. (Fonte da imagem: Reprodução/TrendLabs)
Circula pela internet mais um malware destinado a roubar contas bancárias e repassar dados pessoais para outros computadores. O arquivo toma a forma de um instalador do Google Chrome para se instalar em seu sistema, para então direcioná-lo a uma página falsa de um banco.
Batizado de TSPY_BANKER.EUIQ, o malware é baixado na forma de URLs falsas, que replicam servidores que não costumam hospedar arquivos como o instalador do Chrome. Se você encontrar um facebook.com.br/ChromeSetup.exe ou endereços similares sob os nomes Terra, Globo, Google ou MSN, por exemplo, passe longe.
Quem instala o software começa a ter o PC monitorado, já que o arquivo passa informações da máquina para um centro de controle. É a partir daí que ele começa a agir: quando você vai acessar um site de um banco, ele demora a carregar o conteúdo e, nesse tempo, cria uma réplica da página para copiar agência, conta e senha digitadas.
Para perceber se o site é falso ou não, é fácil: basta atentar para o topo da página: no nome do banco, há um caractere “_” antes do nome da instituição. De acordo com o TrendsLab, que descobriu o malware, mais de 3 mil brasileiros foram pegas pelo golpe nos últimos dias.

De acordo com pesquisa, 57% dos donos de PC têm programas piratas


A prática é ainda mais comum em países em desenvolvimento, como o Brasil e a China.


 (Fonte da imagem: IStock)De acordo com um relatório da Business Software Alliance, 57% dos donos de computadores admitem possuir softwares piratas. Os números são baseados em uma pesquisa que ouviu mais de 15.000 pessoas em 33 países diferentes.
De acordo com o relatório, em 2011 foi pirateado um total de programas no valor de US$ 65,4 bilhões de dólares – um salto significativo em relação aos US$ 58,8 bilhões registrados no ano anterior pela empresa.
Segundo a pesquisa, a maior parte dos piratas são jovens do sexo masculino, sendo que nos países em desenvolvimento (em especial a China) a prática é ainda mais comum. O relatório nota, no entanto, que pessoas que costuma piratear programas adquirem, em média, mais softwares do que aquelas que se mantêm dentro da lei.

sábado, 12 de maio de 2012

Empresas de tecnologia recompensam hackers que encontram falhas em seus sistemas


Várias companhias passam a oferecer recompensas para hackers que apontarem falhas estruturais em seus sistemas.
 (Fonte da imagem: Thinkstock)
A cultura hacker está se espalhando cada vez mais depressa. Sabendo disso, diversas empresas de tecnologia ao redor do mundo decidiram parar de lutar contra as forças dos hackers e crackers. Agora, diversas companhias começaram a oferecer recompensas para quem utilizar os conhecimentos para encontrar e reportar falhas, em vez de as utilizar para invadir os sistemas.
Algumas das principais empresas de tecnologia fazem parte dessa nova fase da relação. Se você possui conhecimentos avançados em sistemas de internet, talvez essa seja uma boa hora para tentar ganhar um dinheiro extra. Vale lembrar que a Google já pagou milhares de dólares para pessoas que conseguiram encontrar vulnerabilidades em seus sistemas. Confira agora as principais empresas a fazerem o mesmo.
  • Google: Reward Program (pagamentos a partir de US$ 100);
  • Wordpress: Security Bug Bounty Program (pagamentos a partir de US$ 250);
  • Facebook: White hat (pagamentos a partir de US$ 500);
  • Mozilla: Bug Bounty Program (pagamentos a partir de US$ 500);
  • HP: Zero Day Initiative (pagamentos a partir de US$ 1.000);
  • Microsoft: Bluehat Prize (premiação total: US$ 200.00).

quinta-feira, 15 de março de 2012

Sistema operacional do Anonymous é falso, diz grupo


Anonymous OS seria uma versão baseada em Linux, mas o programa seria falso e estaria infectando os computadores das vítimas com trojans



Hackers
O falso sistema já foi baixado mais de 20 mil vezes em menos de quatro dias
São Paulo – Uma página na internet que oferece o download do sistema operacional desenvolvido pelo grupo Anonymous seria falsa, de acordo com o coletivo.

O sistema operacional Anonymous OS seria uma versão baseada em Linux, mas segundo um post do grupo no Twitter o programa seria falso e estaria infectando os computadores das vítimas com trojans.
O falso sistema já foi baixado mais de 20 mil vezes em menos de quatro dias 
Após a negativa do Anonymous, o responsável pela divulgação do sistema publicou no site uma mensagem afirmando que o programa é seguro, pois “no mundo do Linux e do código aberto não existem vírus”.
No entanto, a afirmação de que sistemas Linux estão livres de vírus não é totalmente verdadeira e é recomendável que o usuário não instale o sistema, a menos que esteja disposto a correr o risco de infectar sua máquina.

Piratas, cuidado! Operadoras dos EUA iniciam ação contra downloads ilegais



Vigiar e punir clientes faz parte da nova política das empresas para proteger direitos autorais.
 (Fonte da imagem: Reprodução/ThinkStock)
Se você acha que o fechamento do MegaUpload foi uma atitude extrema demais contra a pirataria, é melhor tomar cuidado com o que você baixa: o negócio vai ficar mais feio ainda. Segundo o BGR, as fornecedoras de internet nos Estados Unidos entraram em um acordo para criar uma política forte para punir quem faz downloads ilegais.
De acordo com altos executivos da RIAA (Recording Industry Association of America), empresas como Verizon, Time Warner Cable, Comcast e Cablevision devem lançar uma série de programas de policiamento de downloads a partir de julho deste ano. O objetivo desses serviços é fiscalizar se quem assina a internet da operadora está baixando ilegalmente filmes, músicas ou outros conteúdos com direitos autorais.
Mas não pense que os piratas sairão impunes. Se o cliente não respeitar as notificações recebidas e continuar com os download criminosos, a operadora estaria autorizada a diminuir a conexão ou cortar totalmente a internet do sujeito – e aí o assunto vira caso de polícia.
Apesar do trabalho em conjunto, cada operadora deve desenvolver seu próprio sistema de fiscalização, o que pode adiar um pouco o lançamento dos programas em todas as companhias.

Site pornô é invadido e filmes vazam na rede


Grupo de hackers aproveitou para ironizar segurança da página
Considerado um dos principais sites adultos do mundo, o Digital Playground sofreu uma invasão nesta semana que resultou no roubo de mais de 70 mil logins e senhas de seus usuários.
Integrantes do The Consortium, grupo responsável pelo feito, garantiram que não deixarão que as informações pessoais vazem. Para eles, a ação foi realizada apenas para testar a segurança da página.
Em nota oficial, os invasores ironizaram os responsáveis pelo Digital Playground. "O único crime dessas pessoas era querer pornografia, mas a segurança dessa companhia - se não soubéssemos que é de uma empresa de verdade - acharíamos que era uma piada", declararam.
Apesar de não expor os internautas que usavam o serviço, filmes pornográficos que antes eram pagos foram disponibilizados gratuitamente na rede. 

Filmes pornográficos pagos vazaram na web

segunda-feira, 12 de março de 2012


Anonymous assume autoria de segundo ataque contra site do Vaticano

Esse é o segundo ataque promovido pelo grupo de hackers ao site



Vista aérea de Roma e da Cidade do Vaticano
Vista aérea de Roma: 'todos os que fazemos parte do Anonymous esperamos ansiosamente a excomunhão oficial em uma praça pública', diz mensagem dos hackers

Cidade do Vaticano - Pela segunda vez em cinco dias o site do Vaticano (www.vatican.va) foi bloqueado e o grupo Anonymous assumiu a autoria do ataque, indicando com ironia que espera 'ansiosamente' que a Santa Sé o excomungue publicamente em 'praça pública'.

Até o momento, o Vaticano não confirmou o ataque ao seu site. O Anonymous apontou em uma nota em seu blog italiano que novamente 'bloqueou' o site do Vaticano e afirmou, dirigindo-se à Santa Sé, que 'o sistema de vocês é menos seguro do que imaginam', além de assumir que atacou 'o banco de dados' do sistema da instituição.
O grupo acusa o Vaticano de usar 'amplificadores com uma potência que supera os limites da lei' para difundir a Rádio Vaticano ao mundo inteiro, o que, em sua opinião, expõe a população que tem 'a infelicidade' de viver perto desses dispositivos 'a ondas eletromagnéticas de grande intensidade que causam graves doenças como a leucemia e outros tipos de câncer'.
O Anonymous acrescentou que 'não vai tolerar essa situação' e que continuará com seus ataques virtuais ao Vaticano. 'Todos os que fazemos parte do Anonymous esperamos ansiosamente a excomunhão oficial em uma praça pública', concluiu em sua mensagem.
No último dia 7, o grupo manteve bloqueado durante quase o dia inteiro o site da Santa Sé.
Em comunicado, o grupo alegou que o ataque era uma 'resposta às doutrinas, liturgias e preceitos absurdos e anacrônicos que a Igreja Católica Apostólica Romana, propaga e divulga no mundo inteiro com fins lucrativos'.
O Anoymous acusou a Santa Sé de ser 'responsável' pela 'escravidão de povos inteiros', usando 'como pretexto' a difusão do evangelho e de ter ajudado criminosos nazistas, encobrir clérigos pedófilos, rejeitar 'objetos frutos do progresso' como os preservativos, além de tentar erradicar o aborto. 

sábado, 10 de março de 2012


Informante do FBI, hacker pode ter mantido contato com brasileiros

'Sabu' era referência no movimento que se define como sem líderes



Um hacker conhecido como Sabu está cooperando com a polícia norte-americana para desmascarar ataques a sites desde pelo menos agosto de 2011, quando se declarou culpado de 12 invasões, segundo comunicado divulgado pelo FBI, a polícia federal americana, na última terça-feira (6).
Até 2 dias atrás, a prisão dele, ocorrida em junho do ano passado, era mantida em segredo. No mesmo comunicado, o FBI informou que ele e outros 5 hackers dos Estados Unidos e do exterior foram acusados pelas 12 invasões.
Operações realizadas nos EUA e em outros países desde o ano passado resultaram na prisão desses e de outros supostos membros do Anonymous, um movimento que se declaram sem líderes e sem hierarquia, criado como forma de organizar protestos on-line. Seus seguidores criaram subgrupos que teriam desdobramentos no Brasil.
Um desses subgrupos era o chamado LulzSec, chefiado por Sabu -- cujo nome verdadeiro, segundo o FBI, é Hector Xavier Monsegur. Criado em maio de 2011, o grupo assumiu ataques a sites de Sony, Fox, PBS, InfraGard, do Senado dos EUA, do próprio FBI e da CIA durante os 50 dias em que durou.
Em junho passado, o LulzSec anunciou seu fim, dizendo que iria se unir ao Anonymous e ao movimento chamado Antisec. A relação com o Anonymous, no entanto, seria mais antiga. Um dos ataques pelos quais Sabu e outros integrantes do LulzSec são acusados, à empresa de segurança HBGary, foi assumido por membros do Anonymous em fevereiro de 2011.
Contato com o BrasilA influência de Sabu teria chegado ao Brasil, onde foram criadas duas "filiais", a LulzsecBR e a LulzsecBrazil. Na conta The Real Sabu, no Twitter, Monsegur mantinha contato com brasileiros e postava inclusive em português.
Não há confirmação oficial de que as mensagens foram escritas por ele, mas as mesmas pessoas que tinham contato com o Real Sabu no Twitter também se relacionavam com a mesma identidade em outras redes de comunicação do Anonymous, publicadas em um site que armazena textos.
Segundo o jornal "The Guardian", que obteve acesso aos documentos do indiciamento dos hackers, o "personagem" de Sabu na internet foi mantido por Monsegur após a prisão, porém "sob orientação do FBI".
Em julho passado, já sob custódia da polícia, o hacker começou a publicar mensagens em português. Em um post naquele mês, o The Real Sabu identificava "canais oficiais" para comunicação do movimento hacker Antisec no país: "@antisec_brasil será o twitter legítimo onde as ações do #antisecbr serão anunciadas. Avante, irmãos! #anonymous".
Senhas de sites brasileirosMais recentemente, mensagens divulgadas na internet indicam que Sabu colaborou com o hacker brasileiro conhecido como Havittaja. Os posts de Havittaja no Twitter, onde tem 6 mil seguidores, dão a entender que ele age sozinho, não em grupo. O site Zone-H, que registra sites "pichados", tem 120 ataques em nome do hacker, que usa uma imagem em referência ao Anonymous e publica mensagens do movimento nas páginas atacadas.
Havittaja se disse responsável pela queda de vários servidores dos governos do Distrito Federal e do Rio de Janeiro no início deste ano e pela invasão dos sites da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e também do vice-presidente Michel Temer. Em um documento que revela o endereço de 80 sites atacados por Havittaja e outro hacker chamado de "evilc0de", Sabu aparece nos "agradecimentos especiais".
Em uma conversa publicada em um site de armazenamento de textos em 24 de janeiro passado, com a assinatura de Havittaja, o hacker brasileiro cita que Sabu teria cedido senhas de sites nacionais – inclusive do governo – e reproduzir a suposta conversa. O "Guardian" diz que, como informante do FBI, Sabu cedia o acesso a servidores que normalmente são usados para esconder a origem dos ataques. Nos EUA, porém, os servidores estavam sendo monitorados pela polícia, permitindo a identificação dos outros hackers.
Na última quarta, um dia após as revelações do FBI, o Twitter brasileiro @AnonIRC, que tem 11 mil seguidores, manifestou preocupação: "@AnonymouSabu passou diversos dados ao nosso irmão @Havittaja, como forma de incriminá-lo". O próprio Havittaja, no entanto, questionou: "o FBI deixou que ele destruísse sites brasileiros?". Na terça, Havittaja já havia dito no Twitter que se descuidou: "Infelizmente, descuidei-me nas últimas ações, apoiadas pelo Sabu. Ele me passou quase todos os dados, estou muito vulnerável no momento".

sexta-feira, 9 de março de 2012


Pesquisadores de empresa de segurança francesa conseguiram invadir o navegador da MS em um sistema Windows 7 64-bit.

Internet Explorer 9 foi o segundo navegador a ter sua segurança derrubada durante o concurso Pwn2Own, na conferência de segurança CanSecWest, no Canadá.
Uma equipe de pesquisadores de vulnerabilidades da empresa de segurança francesa Vupen explorou duas vulnerabilidades desconhecidas na versão mais recente do navegador da Microsoft.